quarta-feira, 11 de maio de 2011

bicho carpinteiro

Eu só escrevo
quando explode em mim
quando não tenho mais para onde ir
quando preciso execrar
quando pode estar tudo bem,
mas ao mesmo tempo falta.

Um bicho carpinteiro me pede:
"Escreva e me liberte.
Só solto eu posso te curar.
Me cuspa sem arrumar.
Não seja o chato do poeta que
estuda a palavra
como simples objeto estático
esquecendo do movimento que gerou
o primeiro impulso da palavra.
O original momento do sentimento."

3 comentários:

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


COMPARTIENDO ILUSION
BETINA

CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...




ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE CARROS DE FUEGO, MEMORIAS DE AFRICA , CHAPLIN MONOCULO NOMBRE DE LA ROSA, ALBATROS GLADIATOR, ACEBO CUMBRES BORRASCOSAS, ENEMIGO A LAS PUERTAS, CACHORRO, FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER ,CHOCOLATE Y CREPUSCULO 1 Y2.

José
Ramón...

carolzinhalino disse...

Betina,
mais uma vez seus bichinhos poéticos te incomodam... e você mais uma vez cria uma coisa linda de viver e ler...
foi uma manhã deliciosamente mágica...obrigada por encantar meus alunos
beijocas "poéticas" pra você
Carol

Vôgaluz Miranda disse...

Parabéns pelo amor à Poesia. Vi você no Programa do Jô, visitei e visitarei o seu blog, adorei o seu trabalho. Quando puder, visite o meu blog também. Abs. Vôgaluz.